Ansiedade: quando tudo começou?

Olá diário! Como vai?

Ansioso? Penso que sim…

Hoje e nos próximos dias conversaremos sobre Ansiedade. Esse é um assunto muito importante para mim, e, a cada palavra escrita, desejo me sentir mais tranquila, aliviada, e motivada a compartilhar minhas lutas, experiências e aprendizados com você. E que você, ao ler essas palavras, sinta-se bem, ajudado e amado.

Penso que todas as coisas, inclusive as coisas que achamos “ruins”, de alguma maneira podem contribuir positivamente na nossa vida. Tudo depende do significado que damos, do caminho que escolhemos, de qual lado desejamos estar…

Eu me considero uma pessoa com transtornos de ansiedade. Sei o quão difícil é lidar com esse estado físico e mental. Nas fases mais intensas, lembro-me dos eventos passados, das vitórias alcançadas e dos aprendizados obtidos. Diariamente busco força, paz, esperança e sabedoria nas Palavras Divinas que dizem:

“Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal” – Evangelho de Mateus, capítulo 6, verso 34.

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” – Evangelho de Mateus, capítulo 11, verso 28.

“Assim também vós, agora, na verdade, tendes tristeza; mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria, ninguém vo-la tirará” – Evangelho de João, capítulo 6, verso 22.

Não há problema em se sentir ansioso, assim como não há problema em se sentir triste, alegre, com raiva, com medo, apaixonado ou angustiado. Somos seres humanos e, todo ser humano é composto por emoções. É muito bom e importante viver nossas emoções: quando sentir vontade de gritar, grite! Quando sentir vontade de chorar, chore!

De acordo com o psiquiatra Adalberto Barreto, quando a boca cala, os órgãos falam. E, quando a boca fala, os órgãos saram.

Uma emoção reprimida se apresentará de alguma forma no nosso corpo: através de uma gastrite, uma alergia, uma dor de cabeça, enfim. Por isso é tão importante dividir nossos sentimentos, falar, colocar para fora. William Shakespeare diz que “falar pode aliviar dores emocionais”. Não tenho dúvida disso!

A ansiedade se torna algo mais sério, uma doença, quando é excessiva. Geralmente ela vem acompanhada de uma preocupação constante com o futuro, de uma sensação de medo, de pensamentos repetidos que incomodam e irritam… Não sou especialista no assunto, mas eu convivo com esse problema, e tudo o que estou escrevendo é com base nos meus sentimentos. Talvez você viva essa ansiedade excessiva também… Fique à vontade para compartilhar o seu ponto de vista!

Quando tudo começou? Você se lembra da primeira vez em que se sentiu ansioso? 

Bem, eu não me lembro de um momento específico, mas lembro-me da infância e da criança medrosa que eu era, preocupada com as coisas que poderiam acontecer mediante minhas escolhas.

Lendo alguns artigos entendi que a ansiedade pode ser genética, pode ser consequência de doenças físicas ou de um ambiente traumático, ou até mesmo ser resultado de um modelo de pensamento, ou seja, a forma como a pessoa estrutura seus pensamentos ou linhas de raciocínio e, consequentemente, encara as situações do dia a dia. Essa última opção faz muito sentido para mim.

A questão é: a sua ansiedade te incomoda? O que fazer para controlar esse sentimento? 

Nos próximos textos, aqui, no Diário da Minha Essência, vou compartilhar com você situações que vivi e atitudes que tive que me ajudaram no controle dessa emoção. Coisas que fiz e faço para aliviar minhas preocupações e caminhar de maneira mais leve.

Hoje, começo e finalizo com duas lições importantes sobre como lidar com os distúrbios de ansiedade. Primeira: busque orientação divina. Segunda: coloque “para fora” seus sentimentos, seja através de uma conversa, por meio de um desenho, de uma música, de uma poesia, carta ou texto, como esse que estou lhe escrevendo.

Fique tranquilo, vai ficar tudo bem! Juntos vamos encontrar o bem-estar que tanto desejamos e merecemos!

Até breve!

 

 

 

 

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